Sinopse: Zé Urbano zombou da sintaxe, ruiu com a razão.
Seus textos são de um rigoroso despautério.
Sonoridades extremas saem de seu jargão.
Zé mostrou ao que veio.
Chacal
Sumário: PENSAMENTOS DO FIM-DE-ANO E DO NATAL
30/12/1998
FAIXA RISCADA SISTEMÁTICA
7-8/5/1999
VENTOS PRETO
10/8/1999
LOTUBIZLÔUJREM
16-26/10/2000
MEU FONE DE OUVIDO
20/4/2001
BEM-TE-VI
23/6/2002
SEWIE WEIWE
9/8/2002
ANDORINHAS DO PÂNTANO
14/8/2002
HELOÍSA
15/8/2002
AÇÚCAR
19/8/2002
ISRAEL CARIMBOS DE BORRACHA
26/8/2002
PÉ-D'ÁGUA
11-12/11/2002
INTITULADO
14/1/2003
GUARANAVE
28/1/2003
O CÃO MARROM
3/4/2003
CHÁ DE GERÂNIOS
7/5/2003
FREVO 149
10/9/2003
PAPPA GOMINHA
26/9/2003
OURIVES CLAYBOM
22-23/1/2004
HOJE É FERIADO
3/6/2004
MENINGITY
23/11-9/12/2004
O CANTO DOS MILISTANTES DO BEL PARA A GLÓRIA DE ÁNÛM-QUÂDA
31/1-2/2/2005
AS MOMESCAS CABRIOLAGENS DO MUNDO
9-14/2/2005
PATO PURIFIC
29/6/2005
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
17/8/2005
PRELÚDIO DE OS CHINESES PASTELEIROS
4-7/2/2006
O UROMANTISTA
23/2/2006
A TURMA DOS INODOROS DO PÂNTANO
20/3/2006
O DIÁRIO PRETO DOS INODOROS DO PÂNTANO
20/3/2006
UM BEIJO NO CÃO DO INFERNO
5/7/2006
VACA
12/10/2006
O DEPOIMENTO DE TRAJANO MENDES
18/10/2006
UM PISÃO NO PÉ DE ELIS REGINA
18/12/2006
PRIMEIRA CONSULTA À GRANDE PORTA ORIGINAL
10/1-14/2/2007
SEGUNDA CONSULTA À GRANDE PORTA ORIGINAL
9-20/4/2007
O CAMINHO DE SANTIAGO
16/5/2007
TERCEIRA CONSULTA À GRANDE PORTA ORIGINAL
14/6/2007
TRÊS SURTOS
25/9/2007
QUE CISCO!
21-25/9/2007
MOMENTO BOB'S
19-28/9/2007
O GASODUTO BRASIL-BOLÍVIA
31/10/2007
A HUMANIDADE VAGA
9/11/2007
MINHA MENTE CORRE
28/11/2007
RIMAS GENEALÓGICAS
28/11/2007
ERAM OS DEUSES MAMELUCOS
11/12/2007
A POÉTICA DE ZÉ URBANO
21/12/2007
MISTÉRIOS DE UMA MANGA
22/12/2007
GALHOS DA MISSÃO
8/2/2008
A PAIXÃO DO COMODORO PY
4-6/3/2008
MIL AIS
26/3/2008
AS DÁDIVAS DA GRANDE PORTA ORIGINAL
27/3/2008
DÍGRAFOS DA MINHA TERRA
6/4/2008
A MIL
28/4/2008
TAUTRAMBA
8/5/2008
A ANOMALIA DE BELANY
8-9/6/2008
AS DUAS VIAS
16/6/2008
A MORCEGA
27/6/2008
O CARRO PASSA
30/7/2008
AS BALALAIKAS DO SERTÃO
8-21/8/2008
LIBRAS DESCONTROLADA
10/9/2008
TUDO QUENTINHO
16/9/2008
OS ENIGMAS DE EINSTEIN
24/9/2008
TAMOS
7/10/2008
Orelha: O GRANDE ENIGMA DE EINSTEIN
Albert Einstein trabalha
Em sua escrivaninha de mogno roxo
A caneta-tinteiro cai pra cima
Einstein late palavras inaudíveis
A empregada serve uma bacia de leite
Einstein muge sentença agradável
Desce a escada interminável
Três degraus, mil metros depois,
Einstein liberta o segundo andar
No banheiro, o Conselho das Bicicletas
Rodopia na água da pia risonha
O ralo se entope de vergonha
A caneta-tinteiro brota do ralo
E sozinha escreve um Gênesis disléxico
Estimulante canseira abate Einstein
Depois corre a Maratona engatinhando pra trás
Na chegada inicial o violino toca pausas
Einstein mata a sede comendo areia movediça
E lança ao juiz cego medalha de açúcar
Albert Einstein escreve com os cotovelos
Na submersa máquina de digitar
Enchendo quatro papéis de espaços em branco
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